Com o mínimo de aperalto para uma saída à noite começámos a aventura com mais uma corrida até ao autocarro, são os 400m ciganos…de saltos, sem saltos, a acabar de prender o vestido, a espalhar a maquilhagem ou até a regressar a casa por esquecimento de algo levando a acelerar o passo da corrida…até que, ainda do lado oposto da estrada vimos o autocarro, arranjamos mais força, corremos mais um pouco, esbracejamos e autocarro lá vem descendo devagar ao nosso encontro. O fôlego ainda dá para subir os degraus, passamos o passe, rodamos a catraca e finalmente um banco, num autocarro quase vazio. Tudo podia ser muito pior se fosse preciso ir a “surfar” agarradas aos postes, entaladas entre pessoas, a subir e a descer as curvas cotovelo do morro…hoje só tínhamos o corpo suado, a colar no banco de pele sintética do autocarro e conseguíamos ainda emanar o cheiro dos perfumes... A vontade de continuar a viagem perde-se na ideia de reviver o banho tomado à 30 minutos atrás mas não desistimos.
A meio da viagem alguém se aproxima e pergunta ao fiscal onde fica a rua do 1007, era sotaque português e até que podíamos ter duvidas mas o copinho de plástico na mão não dava mesmo para enganar…o copo trazia cachaça de banana… dizem que a banana prende…
Chegamos ao centro. Ali no terminal estavam mais intercambistas, mais três Joanas, e a espanhola Lupe!...pessoal europeu e argentino…com garrafas plásticas cheias de líquidos alaranjados…”suminhos” portanto…
Mais uma vez a sorte, encontrámos uma nativa que nos orientou até ao 1007.
No cimo da rua com vista para a ponte Hercílio Luz, numa estrada de baratas, entre tascas que parecem garagens, uma luz vermelha e um homem forte de preto à porta fazem a chamada de atenção para a boate. Já passada a porta, a luz vermelha continua a acompanhar-nos, ouvem-se sussurros de inquietação e exclamação dos que entram e começam a entender melhor o sítio onde estão. Até aqui nada de mais, se seguirmos em frente está um terraço de tecto de estrelas. Resolvemos descer, fomos atrás do som, encontrámos o balcão de venda das bebidas onde quem atendia parecia ser um tentativa de um mulher bem negro…. Passado este piso mais umas escadas sem luz e ao fundo outra luz vermelha que indica o wc mesmo antes de chegarmos à pista.
Foi uma noite em grande, bem europeia! Assim estilo red light district mas com a categoria das jeitosas do orkut (perguntem ao Gouveia pelo e-mail que ele andou a passar…). A música foi estilo Noites Longas desde o grunge dos Nirvana, ao indie rock dos Strokes, ao metal alternativo dos Marlyn Mason, ou ao rock dos Beach Boys…e o ritmo dado pelo whisky cola juntamente com a celebração do St Patrick’s Day…
A meio da viagem alguém se aproxima e pergunta ao fiscal onde fica a rua do 1007, era sotaque português e até que podíamos ter duvidas mas o copinho de plástico na mão não dava mesmo para enganar…o copo trazia cachaça de banana… dizem que a banana prende…
Chegamos ao centro. Ali no terminal estavam mais intercambistas, mais três Joanas, e a espanhola Lupe!...pessoal europeu e argentino…com garrafas plásticas cheias de líquidos alaranjados…”suminhos” portanto…
Mais uma vez a sorte, encontrámos uma nativa que nos orientou até ao 1007.
No cimo da rua com vista para a ponte Hercílio Luz, numa estrada de baratas, entre tascas que parecem garagens, uma luz vermelha e um homem forte de preto à porta fazem a chamada de atenção para a boate. Já passada a porta, a luz vermelha continua a acompanhar-nos, ouvem-se sussurros de inquietação e exclamação dos que entram e começam a entender melhor o sítio onde estão. Até aqui nada de mais, se seguirmos em frente está um terraço de tecto de estrelas. Resolvemos descer, fomos atrás do som, encontrámos o balcão de venda das bebidas onde quem atendia parecia ser um tentativa de um mulher bem negro…. Passado este piso mais umas escadas sem luz e ao fundo outra luz vermelha que indica o wc mesmo antes de chegarmos à pista.
Foi uma noite em grande, bem europeia! Assim estilo red light district mas com a categoria das jeitosas do orkut (perguntem ao Gouveia pelo e-mail que ele andou a passar…). A música foi estilo Noites Longas desde o grunge dos Nirvana, ao indie rock dos Strokes, ao metal alternativo dos Marlyn Mason, ou ao rock dos Beach Boys…e o ritmo dado pelo whisky cola juntamente com a celebração do St Patrick’s Day…
Ainda a pormenorizar a pista, o entretenimento permanente foi um varão metalizado, bem colocado num canto revestido a espelhos. Muita vergonha…mas ninguém resistiu a fazer-lhe uma festinha…
Quanto a entretenimentos momentâneos, por duas vezes a pista caiu com os olhos em cima do bar, eles ficaram a ganhar, tiveram um strip-tease de uma rapariga, estão a imaginar uma brasileira??pois não tem nada a ver…podia ser brasileira mas ainda tinha que crescer…contudo preenchia bem o espaço minúsculo da prateleira onde actuava…
Para ajudar à festa a personagem de sexualidade não identificada também quis dar espectáculo... ou seja foi o 3 em 1 para os moços ou para as moças… estamos baralhadas...
Foi uma noite marcante, e de agradecer à malta do SINTER pela originalidade da escolha!
E também porque o dia seguinte nos reservava o caminho para...Buenos Aires!!
JMiguel