quinta-feira, 3 de junho de 2010

Bienvenido a Buenos Aires

Tal como prometido aqui fica o registo da nossa magnífica viagem a Buenos Aires, espero que se sintam um bocadinho por lá…

A minha relação com esta cidade já vem de há muitos anos. Os meus avós viveram lá cerca de 20 anos e a minha mãe nasceu lá, como tal sempre foi um sonho conhecer esta cidade que tanto ouvia falar.
Assim que aterramos no aeroporto as emoções começaram logo, pois esperava-nos duas pessoas muito importantes que não via há uns 10 anos mais ou menos e por incrível que pareça o tempo só me mudou a mim por isso não tive nenhum problema em reconhecer o Carlitos e a Potchi, que nos abrigaram na sua casa durante uma semana e nos fizeram sentir como família, algo do qual já estamos afastadas há alguns meses.

Os dias em Palermo Hollywood começam com um pequeno-almoço de rei: pãozinho fresco, o famoso matte , fruta, e um balde do famoso Dulce de Leche ( doce de leite) que para quem não sabe o sabor é semelhante ao leite condensado. Nada melhor que começar o dia de barriguinha cheia lol.
A maria a fazer publicidade ao famoso chá, o matte


Bem e tal é a nossa sorte que este amigo da minha família é taxista por isso conhece aquela cidade como a palma da mão. Começamos por dar uma volta ao famoso bairro de Palermo Hollywood. Curiosos com o nome? Bem a verdade é que quando a minha mãe lá viveu era apenas um simples bairro em Palermo mas desde há uns anos para cá que os estúdios dos principais canais argentinos, actores e actrizes se mudaram para lá. Depois entramos no táxi e percorremos a cidade de ponta a ponta. O vídeo seguinte e as fotos ilustram bem o centro da cidade onde se situa a casa do governo, o parlamento, vários ministérios, o teatro Colón, o Obelisco (famoso monumento em comemoração ao quarto centenário da fundação da cidade) e magníficos jardins.



á esquerda o congresso da nação e á direita o ministerio da economia ainda com as marcas das balas de uma revolução












Teatro Colón


Obelisco

Apesar do cansaço, depois de jantarmos decidimos dar uma volta pelo bairro e chegamos a uma praça cheia de bares e uns hippies que vendiam coisas muito giras. Escusado será dizer q começamos a gastar os pesos ehehe. O difícil foi escolher um bar perante tanta diversidade, no entanto entramos num que nos surpreendeu. Apesar do seu aspecto decadente, por dentro era uma explosão de criatividade e cultura. Não é todos os dias que se acompanha um daiquiri com uma Playboy.
















Vanessa Azinheira

sábado, 29 de maio de 2010

1007 - Boite Chik

Com o mínimo de aperalto para uma saída à noite começámos a aventura com mais uma corrida até ao autocarro, são os 400m ciganos…de saltos, sem saltos, a acabar de prender o vestido, a espalhar a maquilhagem ou até a regressar a casa por esquecimento de algo levando a acelerar o passo da corrida…até que, ainda do lado oposto da estrada vimos o autocarro, arranjamos mais força, corremos mais um pouco, esbracejamos e autocarro lá vem descendo devagar ao nosso encontro. O fôlego ainda dá para subir os degraus, passamos o passe, rodamos a catraca e finalmente um banco, num autocarro quase vazio. Tudo podia ser muito pior se fosse preciso ir a “surfar” agarradas aos postes, entaladas entre pessoas, a subir e a descer as curvas cotovelo do morro…hoje só tínhamos o corpo suado, a colar no banco de pele sintética do autocarro e conseguíamos ainda emanar o cheiro dos perfumes... A vontade de continuar a viagem perde-se na ideia de reviver o banho tomado à 30 minutos atrás mas não desistimos.
A meio da viagem alguém se aproxima e pergunta ao fiscal onde fica a rua do 1007, era sotaque português e até que podíamos ter duvidas mas o copinho de plástico na mão não dava mesmo para enganar…o copo trazia cachaça de banana… dizem que a banana prende…
Chegamos ao centro. Ali no terminal estavam mais intercambistas, mais três Joanas, e a espanhola Lupe!...pessoal europeu e argentino…com garrafas plásticas cheias de líquidos alaranjados…”suminhos” portanto…
Mais uma vez a sorte, encontrámos uma nativa que nos orientou até ao 1007.
No cimo da rua com vista para a ponte Hercílio Luz, numa estrada de baratas, entre tascas que parecem garagens, uma luz vermelha e um homem forte de preto à porta fazem a chamada de atenção para a boate. Já passada a porta, a luz vermelha continua a acompanhar-nos, ouvem-se sussurros de inquietação e exclamação dos que entram e começam a entender melhor o sítio onde estão. Até aqui nada de mais, se seguirmos em frente está um terraço de tecto de estrelas. Resolvemos descer, fomos atrás do som, encontrámos o balcão de venda das bebidas onde quem atendia parecia ser um tentativa de um mulher bem negro…. Passado este piso mais umas escadas sem luz e ao fundo outra luz vermelha que indica o wc mesmo antes de chegarmos à pista.
Foi uma noite em grande, bem europeia! Assim estilo red light district mas com a categoria das jeitosas do orkut (perguntem ao Gouveia pelo e-mail que ele andou a passar…). A música foi estilo Noites Longas desde o grunge dos Nirvana, ao indie rock dos Strokes, ao metal alternativo dos Marlyn Mason, ou ao rock dos Beach Boys…e o ritmo dado pelo whisky cola juntamente com a celebração do St Patrick’s Day…

Ainda a pormenorizar a pista, o entretenimento permanente foi um varão metalizado, bem colocado num canto revestido a espelhos. Muita vergonha…mas ninguém resistiu a fazer-lhe uma festinha…

Quanto a entretenimentos momentâneos, por duas vezes a pista caiu com os olhos em cima do bar, eles ficaram a ganhar, tiveram um strip-tease de uma rapariga, estão a imaginar uma brasileira??pois não tem nada a ver…podia ser brasileira mas ainda tinha que crescer…contudo preenchia bem o espaço minúsculo da prateleira onde actuava…
Para ajudar à festa a personagem de sexualidade não identificada também quis dar espectáculo... ou seja foi o 3 em 1 para os moços ou para as moças… estamos baralhadas...
Foi uma noite marcante, e de agradecer à malta do SINTER pela originalidade da escolha!
E também porque o dia seguinte nos reservava o caminho para...Buenos Aires!!


JMiguel

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Praia da Daniele e Praia do Jurerê

Na manhã de sábado da festa na Life fomos à descoberta do norte da ilha da Magia ou do Desterro ou de Florianópolis. Apanhámos o nosso meio de transporte favorito…o "ônibus", e fomos andando sem saber onde descer até que com a ajuda de uma senhora que quase nos empurrou do "ônibus" a dizer que a Daniela era ali e que era ali que tínhamos de descer, numa zona de casas de muito bom gosto e vantajosa capacidade económica…formando um singelo bairro de estrada com pedra tipo passeio onde não se via mais nada, lá lhe fizemos a vontade e acabamos por descer. Ficamos ali a ver o autocarro partir para um lado e a senhora a andar para o outro…corremos atrás dela e perguntamos outra vez mas onde fica a praia? A senhora barafustou e apontou para uns arbustos…


Enquanto calcávamos areia, atravessámos os arbustos e lá demos com à praia…Parecia um mar de piscina onde só se sentiam as ondas na rebentação, era de tal modo calmo que caranguejos enormes jogavam às escondidas no vai e vem das ondas.





No horizonte, a proteger a piscina, cobertos pelas sombras das nuvens cinzentas, montes de diferentes tamanhos reflectiam a vegetação como se fosse negra. Mesmo enormes não eram suficientes para guardar toda a água e, entre eles, deixavam passar um horizonte de mar sem fim e sem pôr-do-sol.
O areal é estreito mas comprido acompanhado de arbustos de um lado e mar do outro, a curva que se avista alimenta esperanças de ao transpô-la ser possível encontrar-se a multidão…mas a paz continua a reinar… Esticamos a toalha e não aguentamos 5 minutos ao Sol, entramos na água para refrescar mas é difícil encontrar zonas de água fria, opta-se por um momento de exercício, fazem-se umas piscinas com peixes voadores a abrirem caminho à nossa frente…Poucos são os raios de sol que escapam à sombra que aparece e os salpicos do mar confundem-se com o borrifo que vem das nuvens…poucas coisas sabem melhor que um duche de chuva num banho de mar.

Fizemo-nos à estrada perdidas num bairro fantasma encontrámos uma placa de paragem de autocarro, o que melhora tudo é saber que nesta terra os horários como a D. Lucinda diz Tão na neti!...não há horários na paragem mas ao menos do outro lado da rua encontrava-se um largo passeio mesmo por baixo de um floreado qualquer que provocava uma apetitosa sombra. Estendemos a toalha, sacamos das sandocas…e quase voltámos a relaxar ao som de Nina Simone, não fosse a ânsia de querermos ver aparecer um autocarro…

E pronto, passado algum tempo lá fomos em direcção a Jurerê Internacional…se na praia da Daniela a capacidade económica já era satisfatória em Jurêrê…todos devem ter ganho o Latino-Milhões…, é coisa chique, tem uma rua como se fosse um shopping tipo o Fórum que vai dar à praia mesmo ao lado de um resort…
A praia é de tal forma frequentada que até conseguimos levar com a areia dos outros...
O horizonte é de mar infinito com um ilha perdida no meio. Sentia-se alguma agitação no mar ou era porque estava vento ou porque se fazia festa num barco turístico, O Pérola Negra…que ainda vamos experimentar.


Nesta praia fomos também brindadas com um vendedor de frutas onde foi possível experimentar o típico Açaí. É uma comida energética para comer com colher, servida num copo, onde é misturado o fruto açaí que vem da amazónia com banana ou com morango e pode ainda levar cereais...
Nada melhor para ganhar energia para sobreviver ao regresso atribulado feito de autocarro na forma de sardinhas enlatadas com aromatizante sovaqueiro…Contudo, o difícil de entender foi a razão que levava o motorista a parar em todas as paragens e a abrir a porta ao ponto de ficar na conversa com os passageiros que lá fora já não conseguiam entrar, argumentando a cada barafusto das sardinhas que lá fora se lhe faziam sinal para parar, ele, não podia recusar... Como a outra diz… “Oh god make me good but not yet…”

JMiguel

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Do hotel para a nossa vivenda

Dando seguimento ao meu último post, e recuando relativamente ao que é o efectivo último post do blog mas sentindo que ainda faz parte desta aventura deixar em memória escrita o dia em que encontrámos casa e as aventuras por esses dias vim acrescentar o seguinte:

Foi no dia seguinte, após a chegada à ilha que sem esforço e à terceira, encontrámos a nossa casa. No Tucano House, o hostel onde supostamente iríamos ficar enquanto não encontrássemos casa, aconselharam-nos a procurar o Joel. Conhecem o Joel? Quando vierem a Florianópolis encontram o Joel sentado num banquinho de cozinha no passeio da estrada principal da Lagoa da Conceição, a segurar um cartaz que diz “Aluguel de Casas”, vamos acreditar que são apenas truques de marketing de uma qualquer imobiliária…Todos aqui conhecem o Joel, principalmente os chegados portugueses, pois tem fama de lhes encontrar sempre casa. Contudo nós ainda não o conhecemos…pelos vistos o senhor que nós ajudou a encontrar casa era o César, ou seja fomos ter com a concorrência.

Saímos do hotel no dia 24, alugamos um carro, durante um dia, um Chevrolet, e fizemos duas viagens até casa com o pequeno atestado de malas e sempre uma de nós camuflada entre elas.



Fomos viver no Canto da Lagoa entre a UFSC e a praia, tudo para dificultar a nossa capacidade de decisão…o dilema está mesmo à porta! É uma vivenda com três quartos, dois wc, uma sala de estar que dá para a cozinha, e outra sala. Temos ainda uma churrasqueira e ao lado uma mesa enorme para fazer refeições ao ar livre. Cheira mesmo a casa de férias...até temos uma rede pendurada na varanda...






O carro deu bastante jeito, pois aproveitamos o resto da tarde para tratar de papeladas na polícia federal, na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina, para os mais distraídos...) e deu ainda para fazer compras do hipermercado.

A primeira de muitas noites teve direito a janela aberta e logo que acordei, ainda a espreguiçar na cama, foi possível apreciar todo o verde dos montes, desde palmeiras a erva alta, ver e ouvir cavalos, bois, avestruzes, e pássaros de várias cores, amarelos e verdes que se escondem entrem a folhagem da árvore do quintal, ou as gralhas que preferem sobressair vestindo penas azul petróleo…Outras vezes é mesmo possível vislumbrar outras aves, os pássaros do parapente, os mais aventureiros que sobem o monte e que se lançam na procura de uma vista aérea…




Nessa manhã aproveitamos ainda o aluguer do carro e fomos em direcção ao centro, percorremos a avenida Jornalista Rubens de Arruda Ramos junto à Beira Mar, a zona mais cara da cidade para comprar casa, de um lado prédios tão altos como o novo edifício da Figueira da Foz, com varandas, piscinas e ginásios particulares com vista para o mar que fica logo do outro lado da estrada, apenas separado desta por um passeio para caminhadas, exercícios e voltas de bicicletas, actualmente a sofrer um alargamento.






Mesmo antes da chegada ao centro passamos pela marca de Florianópolis, a Ponte Hercílio Luz. Esta ponte foi começada a ser construída em 1922 e concluída em 1926, pelos engenheiros norte-americanos Steinmann e Robinson. Desde 1982 que a ponte se encontra desactivada, servindo apenas como mirante. A razão da sua construção foi tornar definitivamente Florianópolis a capital e mais próxima do estado que fica maioritariamente no continente.
Para a construção foram necessários dois empréstimos, por motivos de falência do banco (norte-americano), correspondentes a dois orçamentos anuais do Estado de Santa Catarina, os quais só foram pagos em 1978…isto faz-me lembrar...já sei! BPN’s e crises que desculpam gestores de bancos…
E…obras eternas, pois a ponte, actualmente, continua em obras…é melhor não comentar…não fossemos nós colonizadores…


Seguindo a estrada desde a Beira Mar vimos ter ao Mercado. Ao lado deste sobem ruas perpendiculares onde se vê uma mistura de prédios modernos que ladeiam casas antigas e tradicionais assim como monumentos históricos. O centro moderniza-se à medida que se afasta do mercado. A construção deste mercado foi alvo de guerras entre barraquistas e judeus tudo por questões de interesse de localização em sítios diferentes.
Actualmente o mercado é composto por duas alas separadas por um zona de esplanadas para a qual ficam virados vários restaurantes, retrosarias, mercearias, padarias que absorvem desde cheiros de petiscos feitos por vendedores ambulantes nas ruas como os odores das bancas do peixe que ficam numa das alas, misturadas com um talho, restaurantes interiores. A outra ala só vende calçado.

Antes do mercado há ainda um edifício com lojas minúsculas, coladas lado a lado, todas sobre o mesmo tecto, e afastadas frontalmente por um corredor de pouco mais de metro e meio, onde é impossível perceber onde começa e acaba cada loja, os artigos e os vendedores estão expostos, e até pendurados em tudo o que talvez seja parede, o cliente fica totalmente absorvido e desorientado. Quase parecem mercados marroquinos com artigos chineses...Os legumes, frutas, enchidos e queijos são vendidos do outro lado do mercado, em várias bancas circulares cobertas com telhados em madeira em forma de cone.


Só por fora e sempre a passo rápido ainda vimos alguns monumentos históricos, subimos e descemos ruas paralelas e perpendiculares, vimos o Palácio Cruz e Sousa conhecido também como Palácio Rosado, a primeira construção para o poder politico.




Mesmo na rua ao lado fica a Praça XV, Praça XV de Novembro...ai Maria Maria..., em calçada portuguesa, um jardim que parece uma selva, coberto pela Figueira Centenária, a qual dizem que traz dinheiro e casamento se andarmos de volta dela…





No cimo do jardim está a Catedral com uma praça cheia bancas prontas a venderem produtos turísticos, mesmo viradas para a sua porta. Tivemos sorte na correria pois foi possível observar todo este novo local ao som de um guitarrista de rua.
Curiosa foi a paragem nos semáforos! Aqui quem pede dinheiro trabalha, nem que seja para nos entreter enquanto o sinal passa de vermelho a verde, difícil é desviar a atenção e não apreciar tal arte. Desde palhaços que brincam com bolas de cristal, a mágicos, e acrobatas…ou nesta fase, dos trotes, o equivalente às nossas praxes no inicio do ano, caloiros sujos com tinta de todas as cores vão pedir dinheiro junto aos semáforos ate completarem uma quantia exigida pelos doutores, vendo-se assim livres do trote!


(Quanto à praia da Daniela e do Jurêrê ainda tenho uns comentários a fazer, será o meu próximo post...vão lá arranjando coisas para se entreterem, não sejam rabujas sempre a pedir para actualizar o blog...mesmo assim tenho saudades vossas...leitores assíduos...ou curiosos incontroláveis...)
J Miguel











terça-feira, 13 de abril de 2010

“Betonada”

Depois de um belo dia a conhecermos novas praias, Praia Daniela e Jurêre, nada melhor que acabar o dia a irmos a uma festa.



"Betonada" é uma festa organizada todos os anos por um grupo de alunos de Engenharia Civil, foi na discoteca "Life" que fica situada mais a norte da ilha. Fomos a partir da UFSC numa carrinha de 12 lugares, ao qual eles chamam "Van".


Lá saímos de casa para não variar atrasadas, começa a trovejar, apanhamos um taxi para ir até à UFSC mas na esperança que não chovesse, o que era praticamente impossível. A meio do caminho começa a chover torrencialmente, a estrada começa a ficar completamente alagada e nós quase a chegar à universidade e só pensávamos "onde é que nos vamos abrigar, sem chapéu, sem nada". A sorte foi que o taxista queria ir por uma estrada e aquilo parecia um rio de tanta água que tinha, então o tempo que andamos às voltas a chuva entretanto parou. Sim porque aqui chove durante 15 minutos torrencialmente e depois pára.

Lá fomos apanhar a "Van" de 12 lugares, mas isso não implica que fossem só 12 pessoas, deviamos ser umas 16 pessoas dentro daquela carrinha... que medo. A música era "Hip-Hop" em altos berros e ainda foram uns rapazes o caminho todo a chamar o motorista de boiola e veado. Ao chegarmos à discoteca passamos pela policia, mas foi como se não estivesse all ninguem, não se ouviu uma manifestação do motorista para estarem sossegados.

Nesta festa só havia música brasileira, conseguimos conhecer grande parte dos estilos de música. Passou Funk brasileiro e ouvimos ao vivo Pagode, Samba e Sertanejo. Vejam estes filmes fantástico, para apreciarem um pouco as músicas... ou não :)






Maria

domingo, 28 de março de 2010

UFSC

Ola malta! Estivemos uma semana ausentes por um motivo chamado Argentina. As novidades sobre essa aventura ficam para depois.
Neste momento tenho algo muito mais interessante para vos mostrar, ou não... Mas faz parte, afinal parece que viemos para aqui para estudar e fazer uma tese de mestrado.
Este é o Departamento de Engenharia Civil onde eu e a Maria estamos todos os dias a partir das 8h da manhã para trabalharmos arduamente na nossa tese.


O nosso tempo é passado no Departamento de Engenharia Civil, mais concretamente no GIEM (sala para os alunos que estão a fazer trabalhos na área das madeiras). Esta sala situasse no Laboratório de Experiências de Estruturas. No laboratório existe uma sala de carpintaria, onde eu e a Maria já espalhámos magia a tratar do nosso pinus taeda como podem ver






Normalmente cada departamento tem dois blocos, em que um deles é o bloco das salas de aula. As salas são qualquer coisa de extraordinário, as carteiras são enormes, as salas estão sempre limpinhas como podem observar. Para quê descrever se podem ver com os vossos próprios olhos… Mais parece uma prisão :P




Nem tudo é mau nesta terra, deixem que vos diga que a Biblioteca da Universidade nos deixou completamente estupefactas, é verdadeiramente fantástica. Pessoal, digam lá se em Coimbra houvesse uma biblioteca destas o estudo não rendia muito mais. Acho que pelo menos ela ia ser muito frequentada…

Patrícia Jorge